Gênio!
Enviada por as 22:16 - 07/08/2010

 

Na noite de sexta, enquanto cozinhava, coloquei para tocar uma coletânea dupla do Adoniran Barbosa. Meu apartamento se encheu de energia, bom humor e leveza. Algo que não preciso, e nem desejo, entender e explicar muito bem.
Sábado, repeti a dose assim que acordei. A voz e as estórias musicadas do saudoso compositor paulistano voltaram a me trazer paz e felicidade enquanto tomava café e folheava o jornal.
O meu querido pai parecia que veio se sentar ao meu lado para me fazer companhia...e ouvir aquele velho-personagem-genial que ele tanto gostava.
Deixo aqui um vídeo lindíssimo de um especial que Adoniran gravou no início dos anos 70...e que faz parte do arquivo do programa Radiola...da TV Cultura.
Nesse programa, em preto e branco, cercado de seus músicos e acompanhado de um cigarro que largava uma fumaça belamente fotografada, o compositor dá um verdadeiro show. Não só quando interpreta as suas canções inigualáveis, mas também quando, desprovido de vaidades e poses, mostra, na conversa franca e descontraida, porque é tão admirado e cultuado. Como nessa parte que disponiblizei aqui para vocês curtirem.
Esse post, além de uma simples homenagem ao centenário de nascimento do grande Andorian Barbosa, é um pequeno presente à memória de "seu" Zé Carlos e a todos os outros pais que sempre visitam o nosso MnG.
Feliz Dia dos Pais para todos...pais, mães e filhos.

 
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Eterno
Enviada por as 22:42 - 31/07/2010

 

Nesse sábado, pegando sol e ouvindo música no quiosque, deixei rolar os dois álbuns solos de Ozzy Osbourne em que o fabuloso guitarrista Randy Rhoads tocou com o Príncipe das Trevas antes de morrer, trágicamente, no início da década de 80: Blizzard Of Ozz e Diary of a Madman.
Deixo esse post em homenagem a um dos maiores guitarristas que já ouvi...e olha que não foram poucos.
Nesses álbuns, Randy parecia que sabia que estava próximo de nos deixar: Neles, tirou sons de sua Gibson que dariam para encher uns 10 discos. Uma variedade inigualável de técnicas e efeitos que fariam Hendrix, se vivo também estivesse, pensar em praticar mais seu instrumento.
Deixo tocando aqui a balada Tonight, do Diary of a Madman, em que Ozzy, auxiliado por um fraseado de baixo pulsante e arranjo de teclados de muito bom gosto, canta poéticamente: " Eu sou como uma chuva que navega triste por entre relâmpagos e trovões...".
Randy, no auge da forma, sola esplendidamente no meio e no final da canção. Na segunda parte, nos fones de ouvido, sente-se que o solo imenso soa como um choro de lamento e de raiva. E vai abaixando, abaixando...sumindo...sumindo...se debatendo para não acabar...querendo ficar. E ficou...para a eternidade.

 
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Inigualável!
Enviada por as 19:43 - 18/07/2010

 

Motivado pelo documentário que a Globo News apresentou nessa semana que terminou, passei dois dias ouvindo, repetidas vezes, os principais álbuns da incrível Janis Joplin: Pearl, Cheap Thrills e I Got Dem Ol\\\' Kosmic Blues Again Mama!
No ano que marca os 40 anos que essa doce americana nos deixou, o que fica cada vez mais evidente é que nunca houve uma cantora como Janis. Nunca..

 

 

 
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